EQUIPE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL | CEPROCAMP

EQUIPE

Nome: Sandra Mara Fulco - matrícula 10451

Cargo atual: Professor de Educação Básica IV - Educação Especial

Data de Admissão: 07/05/2015

Formação:

Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Educação Especial pela UNESP (Universidade Estadual Paulista – Araraquara/SP) - 1994

Especialização Lato Sensu em Psicopedagogia Clínica e institucional pela UNIFIL (Centro Universitário Filadélfia – Londrina/PR) – 2002

Mestrado em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) - 1999

Doutorado em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP– Piracicaba/SP) - 2009

Nome: Ingred Luana Souza Rosário Tanihara – matrícula 10513

Cargo atual: Professor de Educação Básica IV - Educação Especial

Data de Admissão: 23/09/2015

Formação:

Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Educação Especial pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas – SP) - 2015

Graduação em Relações Públicas pela METROCAMP - Faculdade Metropolitana de Campinas - 2008

Pós graduação Lato Sensu em Atendimento Educacional Especializado pela FACESPI - Faculdade Corporativa da Estância Paulista de Piraju - 2017; em Deficiência Intelectual - 2019; em Deficiência Visual e Tecnologia Assistiva pela FAVENI - Faculdade Venda Nova do Imigrante - 2020; em Libras e Braille e em Transtornos Globais do Desenvolvimento pela Faculdade Batista de Minas Gerais - 2019;

Mestrado em Educação no Programa de Pós Graduação da Faculdade de Educação da Unicamp Integrante do grupo de pesquisa em Gestão Educacional e Avaliação - GEPALE da Unicamp.

Nome: Marisa Ferreira de Souza -  matrícula - 10500

Cargo atual: Professor de Educação Básica IV - Educação Especial

Data de Admissão: 31/07/2015

Formação:

Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Educação Especial pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas – SP – 2011

Especialização Lato Sensu em Psicologia Junguiana pela FACIS (Faculdade de Ciências da Saúde – SP) - 2016 

Educação Especial: descrição do trabalho

O trabalho da Educação Especial se desenvolve junto à equipe educativa da unidade escolar, onde cada um e todos são responsáveis pelos processos pedagógicos, aprendizagem e desenvolvimento dos alunos. Dessa forma, este (a) profissional atua no acompanhamento do processo escolar inclusivo que envolve os alunos que são público-alvo da Educação Especial. Conforme definido na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008), o público-alvo da educação especial é composto por: pessoas com deficiências, pessoas com transtornos globais do desenvolvimento e pessoas com altas habilidades e/ou superdotação

“(...) considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental ou sensorial que, em interação com diversas barreiras, podem ter restringida sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade. Os alunos com transtornos globais do desenvolvimento são aqueles que apresentam alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. Incluem-se nesse grupo, alunos com autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil. Alunos com altas habilidades/superdotação demonstram potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes, além de apresentar grande criatividade, envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse” (BRASIL, 2008)

O trabalho em Educação Especial se propõe a eliminar barreiras que possam impedir os alunos com deficiência de exercerem seus direitos e terem acesso à educação escolar que é oferecida aos demais alunos. A atuação pedagógica abrange um planejamento apropriado de ações (avaliações e intervenções) considerando as necessidades e especificidades dos (as) alunos (as). Essas ações, discutidas e refletidas em parceria com o(s) professor (res) da turma e/ou equipe escolar permitem o (re)planejamento dos processos educacionais organizados para os alunos.

A professora de Educação Especial também pode atuar como facilitadora da comunicação e da difusão de informações sobre o público-alvo da Educação Especial aos professores da unidade visando estimular a inclusão, a melhoria da qualidade de vida e o exercício da cidadania das pessoas envolvidas no processo educacional.

As ferramentas para a inclusão e promoção dos direitos dos alunos são desenvolvidas através de orientações e informações aos professores quanto ao processo de desenvolvimento e escolarização do educando. Sendo assim o professor de Educação Especial, em parceria com os professores discutirão a criação de meios, procedimentos e recursos apropriados visando assegurar o melhor aproveitamento pedagógico e desenvolvimento global do aluno público-alvo da Educação Especial, bem como promover parcerias que busquem a interdisciplinaridade e o trabalho coletivo docente que são meios importantes na atuação. Em alguns casos, estas questões podem ser transformadas em temas para a formação/orientação da equipe nos horários de trabalho coletivo, de acordo com as demandas.

A construção de uma escola para todos (as), em uma perspectiva inclusiva e democrática, demanda reflexão sistemática por parte de todos (as) os (as) envolvidos (as). Os registros inerentes ao trabalho da Educação Especial são de suma importância para o acompanhamento da trajetória escolar dos alunos, assim como para encaminhamento a outras áreas de atendimento que forem necessárias. Durante os tempos/espaços coletivos na unidade poderão ser avaliados, discutidos e refletidos os casos de alunos e o processo inclusivo, favorecendo o conhecimento, o debate e o crescimento de todos os educadores envolvidos. São nesses tempos/espaços coletivos que se discutem, também, sobre as práticas pedagógicas, o planejamento e os processos de ensino, sempre buscando a melhor adequação didático-metodológica possível para acolher, atender e incluir todos os alunos.

A Educação Especial tem atuação em serviços diversos e, dentre esses serviços, existe o Atendimento Educacional Especializado (AEE) realizado nos espaços físicos das Salas de Recursos Multifuncionais (SRM).

As SRM possuem mobiliário, materiais didáticos e pedagógicos, equipamentos específicos, e recursos de acessibilidade para o atendimento dos alunos que são público alvo da Educação Especial e que necessitam do AEE, que é oferecido de forma complementar ou suplementar à escolarização, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos público alvo da Educação Especial no contraturno dos cursos, ou seja, sem que coincida com as aulas regulares dos cursos Técnicos, de qualificação profissional ou dos programas de EJA.

Objetivos gerais do AEE:

  • Contribuir com a formação integral dos sujeitos, respeitando seu espaço como cidadão no mundo e levando em conta suas experiências, autonomia, criatividade e práticas culturais;
  • Possibilitar ao educando transformar a realidade em que vive, agindo e reagindo sobre ela;
  • Contribuir para com a inclusão escolar dos educandos.

Objetivos específicos do AEE:

  • Identificar as necessidades, estabelecer objetivos, propor ações e procedimentos que favoreçam o aprendizado do(s) aluno (s), indicar recursos e estratégias necessárias às especificidades dos mesmos em conjunto com a equipe escolar;
  • Contribuir de maneira efetiva na elaboração e implementação de processos que contemplem avaliações diagnósticas e formativas;
  • Colaborar com a formação continuada da equipe da unidade escolar, realizada nos espaços e tempos pedagógicos, conforme as demandas apresentadas nos processo de ensino e aprendizagem;
  • Participar de formações continuadas oferecidas pela Secretaria Municipal de Educação;
  • Contribuir com parcerias com a rede de serviços municipais, com a família e comunidade;
  • Apontar, sugerir recursos e adaptar materiais específicos quando necessários ao processo educativo realizado na escola;
  • Trabalhar de forma conjunta com os diversos setores, colegiados e equipes da escola.

As atribuições do professor de AEE contemplam:

  • Elaboração, execução e avaliação do plano de AEE do(s) aluno (s);
  • Definição do cronograma e das atividades para atendimento/acompanhamento do 9s) aluno (s);
  • Organização de estratégias pedagógicas e identificação e produção de recursos acessíveis;
  • Desenvolvimento das atividades próprias do AEE, tais como: Libras, Braille, orientação e mobilidade, Língua Portuguesa para alunos surdos; informática acessível; Comunicação Alternativa e Aumentativa - CAA, atividades de desenvolvimento das habilidades mentais superiores e atividades de enriquecimento curricular;
  • Acompanhamento da funcionalidade e usabilidade dos recursos de tecnologia assistiva na sala de aula comum e ambientes escolares;
  • Articulação com os professores das classes comuns e demais educadores da escola;
  • Orientação aos professores e às famílias sobre os recursos utilizados pelo aluno;
  • Interface com as áreas da saúde, assistência, trabalho e outras

Tendo em vista o atual cenário da pandemia provocada desde 2020 pelo Covid19, adequações foram realizadas em toda a unidade escolar para o ensino não presencial de forma a garantir o direito e o acesso à educação escolar através dos recursos das tecnologias. Sendo assim, os aplicativos educacionais, Whatsapp, E-mail, Google Meet, Google Classroom e outros têm sido utilizados como estratégias mitigadoras para o momento atual. Nesse sentido, o trabalho na Educação Especial passou a buscar estratégias para auxiliar os alunos público-alvo da Educação Especial no período de atividades não presenciais. Conforme a retomada para o ensino presencial for acontecendo, algumas adequações se fazem necessárias considerando outras demandas ou objetivos, tais como:

  • Auxiliar no acolhimento dos alunos quando do retorno destes ao ensino presencial;
  • Trabalhar de maneira articulada com os alunos que frequentarem o ensino presencial e o ensino remoto;
  • Auxiliar os professores na identificação das dificuldades dos alunos no momento de volta presencial;